Controle
Decide com quem ela fala, o que veste, onde vai e como gasta o próprio dinheiro. Exige senha do celular e localização em tempo real.
RECONHEÇA OS SINAIS
Controle, medo, humilhação e isolamento também são violência. Perceber é o primeiro passo para ajudar.
UM GESTO PODE DIZER O QUE A VOZ NÃO CONSEGUE
Uma mão. Um gesto silencioso. Um pedido para que alguém perceba que alguma coisa está errada.
CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO
A violência nem sempre é visível. Os sinais existem — aprenda a enxergá-los.
20 ANOS DE UMA LEI QUE MUDOU HISTÓRIAS
Uma conquista histórica na proteção das mulheres. Uma luta que ainda precisa de todos nós.
A LEI MUDOU. O CRIME AGORA TEM NOME PRÓPRIO.
A Lei nº 14.994/2024 endureceu a resposta penal aos crimes praticados contra mulheres por razões da condição do sexo feminino.
estimativa acumulada de casos de violência contra mulheres
desde a fundação do site em 08/08/2026
Desde 08/08/2026
atualização automática
Estimativa acumulada, não é contagem oficial em tempo real. Projeção estatística calculada a partir de 1.074.801 registros de ameaça e de lesão corporal dolosa em contexto de violência doméstica contra mulheres no Brasil em 2025 — média de 2.944 registros por dia. Não se trata de contagem oficial em tempo real. Fonte: Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026 — Fórum Brasileiro de Segurança Pública, dados de 2025.
O feminicídio não começa com a morte.
Começa com o controle, o medo
e o silêncio.
Nenhum feminicídio é um episódio isolado. Antes da notícia no jornal existe um percurso que quase sempre passou despercebido: o ciúme apresentado como cuidado, a checagem do celular, o afastamento das amigas, a humilhação em público, a ameaça dita baixinho.
A campanha O que os olhos não veem parte de uma constatação simples: a violência doméstica acontece dentro de casas comuns, em ruas comuns, com vizinhos que não desconfiam de nada. O que separa quem está de fora do que acontece lá dentro é uma porta fechada — e o silêncio de quem prefere não se envolver.
Este site reúne o material produzido pelo Grupo 1 no projeto de extensão da disciplina Ética, Democracia e Cidadania: textos, fotos das ações, vídeos, dados e os caminhos legais de proteção previstos na Lei Maria da Penha e na Lei do Feminicídio.
Eles raramente aparecem sozinhos e quase nunca começam pela agressão física. Se você reconhece esses comportamentos em uma relação sua ou de alguém próximo, é hora de procurar ajuda — antes que a situação avance.
Decide com quem ela fala, o que veste, onde vai e como gasta o próprio dinheiro. Exige senha do celular e localização em tempo real.
Afasta a mulher de amigos e da própria família, cria brigas com quem se aproxima e transforma a casa no único lugar possível.
Ofensas sobre o corpo, a inteligência e a capacidade dela, na frente dos outros ou em casa, até que ela mesma acredite que não vale nada.
"Se você sair daqui…" — promessas de agressão contra ela, contra os filhos, contra a família ou de suicídio para impedir a separação.
Ela esconde as marcas, inventa desculpas e some das redes. Em volta, todo mundo percebe alguma coisa — e ninguém pergunta nada.
A ordem abaixo não é ilustrativa: pesquisas sobre violência de gênero descrevem um percurso que costuma seguir esse sentido. Quanto mais cedo se interrompe, maior a chance de proteger a vida.
Apresentado como prova de amor e de cuidado.
Roupa, horário, amizades, dinheiro e celular.
Xingamentos e desqualificação constante.
Intimidação contra ela, os filhos ou a família.
Empurrão, tapa, sufocamento, violência sexual.
O último degrau — e o único sem volta.
Nem toda relação percorre todos os degraus, e o percurso pode acelerar de uma hora para outra — especialmente quando a mulher decide terminar o relacionamento. Por isso a separação é um dos momentos de maior risco e exige rede de apoio e medida protetiva.
Cada número representa uma vida. Todo indicador exibido aqui traz a fonte e o ano de referência — sem fonte, o dado aparece marcado como demonstrativo e não deve ser citado como oficial.
Feminicídios registrados no Brasil no ano
Dado demonstrativo — substituirCasos registrados na Bahia no ano
Dado demonstrativo — substituirVítimas que conheciam o agressor
Dado demonstrativo — substituirMedidas protetivas concedidas no ano
Dado demonstrativo — substituirTextos produzidos pelo Grupo 1 sobre legislação, prevenção e direitos das vítimas.
15/08/2026
Uma mão. Um gesto silencioso. Um pedido para que alguém perceba que alguma coisa está errada.
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15/08/2026
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15/08/2026
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06/08/2026
O feminicídio raramente é um ato isolado. Ele é o último degrau de uma escada que começa muito antes.
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06/08/2026
A Lei 11.340/2006 não trata apenas de agressão física. Ela define cinco formas de violência doméstica e familiar contra a mulher.
Ler artigo →A denúncia pode ser feita pela própria mulher ou por qualquer pessoa que saiba do caso — inclusive de forma anônima. Ligações para os números abaixo são gratuitas e funcionam 24 horas, todos os dias.
Central de Atendimento à Mulher
Orientação, acolhimento e encaminhamento dos casos de violência. Funciona em todo o país, 24 horas, e aceita denúncia anônima.
190Polícia Militar — emergência
Para risco imediato: agressão em andamento, ameaça com arma ou descumprimento de medida protetiva. Ligue na hora.
Delegacia da Mulher
Registro do boletim de ocorrência e pedido de medida protetiva de urgência, previsto na Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006).
Está em perigo agora? Ligue 190. Se não puder falar, o botão “Sair rápido”, no topo do site, fecha esta página imediatamente — e você também pode apertar Esc duas vezes.
Ligar para 190